Por que Optar por Cursar Residência Médica no Exterior

Por que Optar por Cursar Residência Médica no Exterior

Entenda as vantagens de realizar a residência médica no exterior.

Para muitos médicos a residência é uma mais uma etapa da vida acadêmica, mas com um peso até maior que a própria universidade.

Isso porque ele estará se especializando em algo, o que aumenta as possibilidades de trabalho dentro da medicina.

No entanto, cursar residência médica no exterior é um ponto que acaba encantando os brasileiros, não só pela qualidade do ensino, muitas vezes superior que a nossa, mas por outros fatores determinantes na hora da escolha.

A saúde no Brasil é bastante deficiente, não há recursos suficientes para os médicos trabalharem, principalmente aqueles que atuam na rede pública.

A demanda de serviço é intensa, visto que há uma fila interminável de pacientes a atender todos os dias, sendo assim, a rotina dos médicos é quase impossível.

Muitos profissionais se desdobram entre plantões, sem um descanso adequado, por exemplo.

Não que fazer residência médica no exterior, seja diferente, também é pesado, mas as vantagens de trabalhar em outro país são mais palpáveis do que por aqui.

Por conta disso, o sonho de fazer uma residência médica no exterior acaba sendo algo muito presente entre os médicos brasileiros, mesmo sabendo que o processo nem sempre é fácil.

E as opções não se limitam apenas aos Estados Unidos.

Países como Canadá e alguns da Europa, caso da Rússia, tem programas de residência bastante visados e não apresentam um processo seletivo tão burocrático quanto o americano, se esse assunto é de muito interesse para você, continue lendo e saiba mais sobre:

Vantagens de estudar no exterior

Diferenças de cursar residência médica no exterior entre nosso país

Validação do diploma após realizar residência médica no exterior

O que vale mais a pena?

 

VANTAGENS DE ESTUDAR NO EXTERIOR

Seja para a residência médica, que é o foco, ou para simplesmente se graduar como médico, ter essa experiência fora do Brasil é algo muito promissor.

Qualquer que seja a área de estudo, ir para outro país adquirir conhecimento é tido como um ponto favorável ao mercado de trabalho.

Quem tem esse sonho e consegue realiza-lo, acaba tendo uma experiência com outras culturas, uma qualidade de ensino mais elevada e rígida, programas de residência bem estruturados, entre outras inúmeras possibilidades.

Uma certificação internacional chama atenção e, mesmo que você não atua novamente no Brasil, isso pode lhe trazer grandes oportunidades para ser um médico no exterior.

Os americanos, por exemplo, priorizam muito a nacionalidade e não costumam abrir espaços a estrangeiros, conseguir uma oportunidade de fazer residência médica no exterior é uma vantagem inegável, além de ser uma porta para ter sucesso profissional nos EUA.

 

DIFERENÇAS DE CURSAR RESIDÊNCIA MÉDICA NO EXTERIOR ENTRE NOSSO PAÍS

Muitos estudantes acabam migrando para países da América Latina, como a Argentina, Chile e a Bolívia, para poderem fazer a tão sonhada faculdade de medicina.

Além de ter um custo de vida mais baixo, e isso inclui os gastos com os estudos, a concorrência é bem menor do que a brasileira.

Por conta disso, uma boa parte desses estudantes acabam trabalhando e, por consequência, se especializam também no país onde estudaram.

Em alguns países, por exemplo, não há um vestibular para ingresso as universidades, mostrando que os programas de residência médica no exterior também têm mais flexibilidade para selecionar seus candidatos.

A Argentina é um desses países com mais flexibilidade.

A qualidade no ensino também é inquestionável.

A Universidade de Buenos Aires (UBA) é uma das 15 melhores da América Latina quando o assunto é medicina, ou seja, todos os cursos voltados a graduação, pós e especialização, são muito bem estruturados e tem bons méritos.

 

VALIDAÇÃO DO DIPLOMA APÓS REALIZAR RESIDÊNCIA MÉDICA NO EXTERIOR

O problema de cursar residência médica no exterior é a validação do diploma em seu país de origem, ou o contrário para quem migra daqui formado para estudar lá.

Aos médicos que pretendem cursar residência, existe uma burocracia que envolve a revalidação do diploma, algo que é unanime em todos os países.

Alguns tem processos menos burocráticos, enquanto outros são bastante rigorosos, como os Estados Unidos.

Na Europa, muitos países aplicam apenas uma prova, como acontece no Brasil, ou pedem ao médico para fazer um registro nas comissões necessários.

 

O QUE VALE MAIS A PENA?

Quando os estudantes estão para terminar a faculdade de medicina surge dúvidas em relação a residência, seja ela aqui no Brasil ou lá fora.

Muitos alunos esbarram na questão da validação do diploma, que é um processo burocrático e chato, inclusive para por aqui para quem estudou fora.

O processo de validação é trabalhoso e demorado, nem sempre chega a ser difícil.

Para alguns profissionais, a única coisa que segura continuar no Brasil é ter conseguido uma vaga em uma instituição de prestigio, onde ele irá se especializar, caso contrário, a maioria continua atuando como generalista até conseguir.

Neste caso, há uma espera do mesmo jeito, mas porque não gastar esse tempo se empenhando para validar o diploma e poder estudar, e consequentemente trabalha, lá fora?

Porém, não é só ir e tentar a sorte.

Há os prós e contras para estudar longe de casa como, por exemplo, conhecer algum serviço médico, ter indicações e, na maioria dos casos, fazer alguns estágios como médico.

 

Saiba mais dicas de coaching para ficar totalmente preparado para a residência.

 

No processo para a residência no Estados Unidos, o médico precisa de recomendações para a vaga e, nem sempre, eles aceitam as LORs (letter of recommendation) de profissionais brasileiros, a não ser que eles atuem no país ou que sejam um médico altamente prestigiado por aqui.

Sendo assim, você precisa ir para o país de qualquer forma, conhecer pessoas, a língua, a cultura e o serviço médico, para que assim consiga ter chances para participar do programa.

Isso não é algo apenas para quem pretende estudar nos EUA, mas para qualquer lugar que tenha pretensão a ir.

Vale a pena sim ir fazer a sua especialização no exterior, isso é inegável, ainda mais nas condições da saúde brasileira que são amplamente deficientes, inclusive para os estudantes.

Mas ainda assim, é preciso ponderar muita coisa.

Você não vai sair daqui com a sua vaga garantida em um programa de residência.

Da mesma forma que será necessário passar pelo processo de seleção dos programas brasileiros para ter uma vaga, lá você irá buscar isso do mesmo jeito, ainda que a situação para ingressar no programa não seja tão próxima do que trabalhamos aqui.

 

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