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Prova de Residência Médica: Porque Muitos Temem

Prova de Residência Médica: Porque Muitos Temem

Embora não seja obrigatória para o exercício da medicina, Prova de Residência Médica é de vital importância para a escolha de uma especialidade médica.

Classificado como um exame de extrema importância (em caso de reprovação, o médico pode se restringir apenas ao exercício da clínica geral), este processo seletivo assusta profissionais de diversas idades, mas, sobretudo os mais jovens.

Por falta de experiência ou ansiedade, muitos candidatos ao programa de pós-graduação não se concentram nos estudos, prejudicando e muito seu desempenho durante a prova de residência médica.

Este comportamento gera um dos grandes temores de quem se candidata para este exame, o de que ele é tão ou até mais difícil do que o vestibular realizado há muitos anos antes.

Além do conhecimento teórico exigido, condizente com o esperado para um médico em final de curso, existem outros fatos que despertam o pânico dentre aqueles que se inscrevem para fazer a prova de residência médica, como mostraremos a seguir.


Características que Tornam a Prova de Residência Médica “Assustadora”

Quando se inscreveram e foram aprovados no vestibular de medicina, muitos médicos acreditaram que esta seria a última vez que enfrentariam um processo seletivo concorrido.

Até surgir a prova de residência médica.

Com uma taxa de candidatos por vaga que, em algumas instituições, chega a superar a relação vista durante o exame pré-vestibular, este número assusta muitos candidatos à residência.

Com a ansiedade, o desempenho destes profissionais durante o exame fica comprometido.

Algumas vezes, muitos médicos capazes e brilhantes em sala de aula simplesmente não conseguem responder as perguntas e são eliminados durante a prova.

  • Exame Prático

Se alguns tiram “de letra” as avaliações teóricas aplicadas durante a prova de residência médica, a etapa prática pode se transformar em uma espécie de pesadelo.

Solucionar, diante de uma banca examinadora, casos que já foram ensinados em sala de aula até pode parecer simples se seu lado emocional não sabotar o processo.

É comum, por exemplo, que alguns estudantes até conheçam a solução para o problema e executem a tarefa corretamente, até serem traídos por pequenos detalhes que levam à sua reprovação.

  • Entrevista

Convencer o examinador que você é a pessoa certa para a vaga é outra etapa que deixa vários médicos recém-formados em pânico durante a prova de residência médica.

O que assusta aqui é exatamente o desconhecimento sobre o que se passa na mente de quem está avaliando.

Não saber se esta pessoa o considera apto para a vaga, se seu currículo atende os requisitos para o programa ou se o desempenho que você apresentou durante o processo o qualifica para a bolsa assusta muitos profissionais.

  • Escolha da Especialidade Correta

Por incrível que possa parecer, alguns médicos sentem verdadeiro pavor ao pensar na prova de residência médica por não ter ideia de qual especialidade irão cursar ou como escolher o segmento mais adequado.

Alguns médicos fazem esta seleção com base em quesitos como escala de plantão, mercado de trabalho disponível e, principalmente, a remuneração recebida.

Vagas com salários mais atraentes, como endocrinologia ou cirurgia plástica, costumam ter as maiores relações de candidatos por vaga, enquanto áreas como pediatria amargam a falta de profissionais, reflexo da sobrevalorização destas especialidades.

Porém, o risco de usar estas justificativas como critério de seleção antes da inscrição para a prova de residência médica pode levar o jovem médico a uma frustração muito grande.

Imagine a angústia de trabalhar a vida toda com algo que não suporta por decisão sua, pois, na época da escolha, parecia uma boa ideia?

Para aliviar os temores que possam tomar conta de sua cabeça antes ou até mesmo durante a realização da prova de residência médica, a inscrição em um programa de coaching médico pode ajudar.

Com a ajuda de um coach, o profissional pode não apenas definir sua área de atuação, mas também ser mais feliz, ao transformar sonhos em realidade.

Este profissional pode contribuir ainda para que o candidato a residente elabore seu plano de carreira e organize seu tempo, tornando suas atividades diárias muito mais eficazes.

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