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[Vídeo 6] Como é o processo seletivo da residência médica!

[Vídeo 6] Como é o processo seletivo da residência médica!

O passo a passo do processo seletivo da residência médica

Você sabe exatamente como funciona cada uma das etapas do processo seletivo da residência médica?

No último vídeo da série Universo Médico, te contamos as 3 principais dificuldades relatadas por médicos que fizeram ou fazem Medcoach.

Neste vídeo, levaremos em conta essas dificuldades. Vamos contar, detalhadamente, como funciona o processo seletivo da residência médica, etapa por etapa.

Também temos dicas para você não fazer feio e ficar totalmente preparado para a seleção.

Ou seja, ter conhecimento de cada fase do processo, é o primeiro passo para você começar a estudar de forma eficiente!

Aperte o PLAY e confira o vídeo completo!!
Vá direto para o que te interessa! Confira abaixo os temas abordados em cada minuto do vídeo:

As inscrições para o Medcoach Revisão estão abertas e são limitadas, além de já estarem no 2º lote. Garanta aqui sua vaga!


» 00:01 até 00:44 – As principais dificuldades relatadas pelos médicos durante a preparação para residência médica.

» 00:45 até 01:40 – Você precisa saber como é o processo seletivo da residência médica!

» 01:41 até 01:57 – As 3 etapas do processo seletivo da residência médica.

» 01:58 até 03:24 – Como funciona e qual o peso da prova objetiva?

» 03:25 até 06:12 – O passo a passo da etapa da prova prática!

» 06:13 até 07:35 – Dicas para montar um bom currículo!

» 07:36 até 08:34 – Como se preparar para a entrevista pessoal!

» 08:35 até 09:31 – Evite o famoso “branco” na hora da prova!

» 09:32 até 11:21 – O Medcoach 360 vai te ajudar na preparação, etapa por etapa!


Confira o conteúdo abaixo:

Uma das principais dificuldades para se preparar para os exames de residência médica é a quantidade enorme de conteúdo teórico que você precisa estudar. É muita coisa e por isso é fácil se perder em métodos ineficientes em termos do que deve ser priorizado na hora do estudo.

Pensando nisso, o tema do vídeo de hoje se relaciona a esta dificuldade, já que o primeiro passo para saber o que você deve focar na hora de estudar e entender como é a prova de residência médica.

E, mais além ainda, você precisa saber como é a prova de residência dos programas que são os seus preferidos!

No vídeo de hoje, vamos te dar um panorama geral de como funciona este processo seletivo, mas, desde já, saiba que com certeza é algo incompleto, pois, como a gente sempre te fala, cada exame tem as suas peculiaridades.

E é por isso que a preparação eficiente é sempre específica, NUNCA genérica!

Lembre-se que você está se preparando para uma etapa que durará anos.

Hoje, uma residência médica no Brasil demora de 2 a 5 anos, dependendo da especialidade.

É um período de muito aprendizado que te trará vantagens que compensam, e muito, esta dificuldade inicial com sua aprovação.

Dito isso, as provas de admissão em programas de residência médica podem acontecer em três fases:

prova objetiva, prova prática e análise curricular e entrevista pessoal.

  • PRIMEIRA ETAPA: PROVA OBJETIVA

Na primeira fase acontece a famosa prova objetiva, a mais importante!

Cada programa, especialmente os mais concorridos e consolidados do país, tem a sua marca registrada, digamos assim. Por isso, são famosos por cobrar mais certo conteúdo em relação a outros.

Portanto, é muito importante você levantar um grande banco de dados de provas anteriores dos seus programas prediletos.

Em seguida, fazer análise estatística para saber quais são os temas específicos que são mais cobrados na prova teórica.

Enfim, aqui no Medcoach, esta é uma das coisas que fazemos para você: te damos toda esta estatística pronta, para melhorar seu foco na hora de estudar.

 

Normalmente, as provas objetivas são compostas por 100 questões múltipla-escolha.

Algumas possuem 120, outras 90 ou 80, e algumas de R3 tem até 50.

Mas, na média podemos dizer que são 100 questões.

Sobretudo, o conhecimento do candidato sobre técnicas de resolução de testes, verdadeiro ou falso e controle do tempo de prova nesta etapa faz total diferença.

Pois, nesta fase teórica o médico precisa ir muito bem, acima da média.

Se ele for na média ou abaixo da média, já poderá ser reprovado nesta etapa.

Concluindo, a prova objetiva é realmente muito decisiva, com maior peso nos processos seletivos: em torno de 50% em média!


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processo seletivo da residência


  • SEGUNDA FASE: PROVA PRÁTICA

Em seguida, após a prova teórica, alguns processos seletivos aplicam uma prova prática nos candidatos, com peso médio de 40%.

Isto é, a prova prática mais a teórica representam em média 90% do peso da sua nota final.

Muita coisa né?

Em resumo, a maioria dos concursos que realizam a prova prática aplicam ela sempre da mesma maneira.

São cinco estações práticas sucessivas que o candidato deve participar.

Sendo que existe a possibilidade de o hospital acrescentar outras estações interativas, que contenham projeções de slides, por exemplo.

Eventualmente, há um grupo de cinco alunos que ficam rodando pelas salas entre as estações, sem um tempo padrão para cada uma delas.

No tempo em que fica na estação, o candidato deve avaliar a situação ali representada e apresentar uma resposta que terá ligação com o tempo destinado. 

Ou seja, quanto mais tempo é dado ao médico, seguramente mais complexa é a resposta desejada pelos avaliadores.

Por outro lado, em estações de até cinco minutos, ao receber todo o quadro clinico, o médico precisa aplicar apenas um comando direto: diagnóstico e tratamento.

Para as questões com tempo máximo de dez minutos, será necessário fazer a anamnese, realizar procedimentos e ainda responder algumas questões por escrito.

A Universidade de São Paulo e a Santa Casa, também em São Paulo, são algumas das instituições que costumam utilizar esse padrão.

No geral, as estações não trazem casos tão complexos, sendo normalmente procedimentos comuns que o médico vai se deparar em grande escala ao longo de sua carreira.

A etapa prática pode se transformar em uma espécie de pesadelo para aqueles candidatos que acabaram de se formar e tiveram muito pouca experiência prática com a medicina.

Solucionar, diante de uma banca examinadora, casos que já foram ensinados em sala de aula até pode parecer simples se seu lado emocional não sabotar o processo.

No entanto, como sabemos, é comum que alguns estudantes que até sabem a solução para o problema e sabem como executar a tarefa corretamente sejam traídos por pequenos detalhes práticos que esquecem por falta de experiência real da vivência hospitalar, levando assim à sua reprovação.

A prova prática exige do candidato não apenas conhecimento teórico, mas também conhecimento procedimental.

E na medicina este tipo de conhecimento é fundamental, já que o procedimento traz padrão de atendimento: uma premissa básica para garantia de qualidade de um grande hospital.

Por conta desta dificuldade, é indicado que os médicos não participem do concurso assim que terminam a graduação, para que possam ganhar experiência procedimental na profissão.

  • TERCEIRA FASE: ANÁLISE CURRICULAR E ENTREVISTA PESSOAL

Passando das provas objetiva e prática, seu próximo desafio será passar por uma análise curricular e entrevista pessoal e esta última etapa costuma ter um peso de 10% da sua nota final.

Ou seja, se você chegar até aqui, é este o momento de bater o martelo e cravar a sua aprovação.

Não existe uma regra geral para a composição de um bom currículo.

Inclusive, a interpretação da banca pode ser negativa mesmo que você tenha uma porção de atividades extras e práticas, como participação em eventos e plantões, congressos, viagens com objetivo de estudo, ligas médicas, etc.

Elas indicam uma vida prática ativa durante a faculdade e contam sim pontos, mas para alguns pode ser um sinal de que isso só foi feito para matar outras atividades obrigatórias durante o curso, então você precisa ter o cuidado de demonstrar o contrário na hora da entrevista.

Para tentar sistematizar, é possível dizer que, além de temas relacionados a sua formação médica, são imprescindíveis e precisam aparecer no currículo: conhecimentos em línguas estrangeiras e informática.

Ter conhecimento básico das principais funções da informática e falar inglês razoavelmente bem fará uma grande diferença na sua avaliação.

Para o idioma, inclusive, é essencial ter um certificado de proficiência na língua.

Por fim, você deverá enfrentar ainda uma entrevista pessoal com examinador.

Convencê-lo de que você é a pessoa certa para a vaga é outra etapa que deixa vários médicos recém-formados em pânico durante o processo seletivo de residência médica.

O que assusta aqui é exatamente o desconhecimento sobre o que se passa na mente de quem está avaliando: não saber se esta pessoa o considera apto para a vaga, se seu currículo atende aos requisitos para o programa ou se seu desempenho durante o processo te qualifica para a bolsa.

Importante você saber disso agora, para já ter em mente que a fase da entrevista também exige a preparação do candidato.

Preparação sobre como se portar, como se comunicar de forma a passar confiança na medida certa, como usar linguagem e tonalidade de voz, tudo isso será considerado na sua avaliação e existem técnicas muito eficazes para te deixar preparado para este momento crucial do processo de seleção.

Hoje, com os processos seletivos de residência médica com taxas de candidatos por vaga que, em algumas instituições, chegam a superar a concorrência do – já difícil – vestibular de medicina, é comum encontrarmos candidatos com medo das fases da prova.

Um sentimento de insegurança e ansiedade que prejudica bastante a sua performance.

Candidatos que não treinaram bem cada fase da prova, por meio de simulados e testes de tempo de execução das respostas, têm dificuldade também com a noção do relógio, o que aumenta ainda mais o nervosismo durante a prova, podendo inclusive ajudar na incidência do famoso “BRANCO”, isto é, um verdadeiro apagão de conhecimento bem no momento mais importante do ano: a hora da PROVA!

Algumas vezes, muitos médicos capazes e brilhantes em sala de aula simplesmente não conseguem responder as perguntas e são eliminados durante a prova.

E não é a toa que aqui no programa Medcoach o candidato faz uma extensa bateria de simulados, e aprende técnicas específicas para cada fase do programa de seleção.

Além disso, o candidato escolhe, com ajuda do seu treinador especialista, quais são os programas que são sua prioridade, recebendo da nossa equipe muito conhecimento específico sobre cada prova, para que o estudo seja focado naqueles processos seletivos.

Isso faz muita diferença no seu desempenho e na sua tranquilidade na hora de executar a prova, pois você saberá exatamente quais são as peculiaridades do seu exame, aprendendo as técnicas adequadas para aquele estilo de processo seletivo.

Levamos isso tão a sério que o Medcoach tem uma técnica exclusiva para ajudar nossos médicos e médicas candidatos a ficarem mais tranquilos e menos ansiosos para as provas: o Método de Preparação Psicoemocional para Provas.

É isso aí: preparação completa!

Combinamos desde estatísticas e banco de dados com mais de 100 provas de residência, até técnicas de respiração e técnicas de preenchimento de respostas para te dar todas as ferramentas necessárias para driblar o psicológico e falta de eficiência nos estudos, garantindo o seu melhor desempenho.

Nós temos método, técnicas de estudo e plano de ação, e é por isso que se você se comprometer com a nossa ajuda, UMA VAGA JÁ É SUA!

Quer tirar mais dúvidas e saber mais sobre nossos diferenciais? Vem falar com a gente!

Será um prazer conversar com você!

Ficamos por aqui hoje e esperamos que este vídeo tenha te ajudado.

Um forte abraço e até a próxima semana!


Esperamos que tenham gostado do conteúdo desse vídeo. E continuem ligados que vem muito mais conteúdo por ai!!

Se gostou deste artigo, fique ligado no próximo vídeo da série: [Vídeo 7] A premissa básica para ter foco nos estudos para a residência médica


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